terça-feira, fevereiro 28, 2012

LANÇAMENTO DE LIVRO AUTORIA DE LUZINETE CARPIN NIEDZIELUK


Poetisa e Professora, Secretária da ACLA LUZINETE CARPIN NIEDZIELUK, Academia Catarinense de Letras e Artes, lança livro PONTE DO IMARUIM Resgate Histórico.

sábado, fevereiro 11, 2012

POESIA

POESIA

carmen l. fossari

No dia internacional da poesia
Saúdo o corpo em movimento
Que antecede a palavra
Danço em louvor a audição
Que apreendeu os sons
Da terra mãe
Extasio a boca, de todos
Os afagos beijos
Que antecedem ao verbo
E clamo a
Vicente Huidobro
Quem sentenciou
Que o Homem
Fez a Língua perder
Sua natural vocação de
Aquática e acariciadora.

Refeitos de sustos
Da vida breve
Descobriu o homem o rio
De leito carregando
Sentidos
Atravessar a correnteza
Que separa a margem de um Ser até Outro
Foi o grande desafio de todas as geografias
A linguagem nasceu do mesmo tronco
Com várias ramas, de raiz primeira
A raiz da palavra onde o
Eu se escuta e diz ao outro
Que o escuta e diz á si, ao próximo
E , já em colméias de línguas
Os rios formaram o oceano
Das palavras ordenadas, coordenadas
Sujeito, singular, plural
Somar, dividir, multiplicar
Verbalizar, silenciar
Pensar
Do mar absoluto
Apenas Amar
Há mar
Há dentro de cada
Poeta e Poetisa,
A história das gramáticas
Subvertidas, aviltadas
Enobrecidas,
Que são estes escreventes
De versos, os de trabalho
Debruçados em palavras
Sempre na lírica sentença
De tocar a Alma da maior
Deusa profana das humanidades
A POESIA, a que nunca alcançamos
Embora em seu louvor
Tanto escrevemos.


21 Março 2008

sexta-feira, fevereiro 03, 2012

obras de alberto mego

dutante a estadia no Chile, onde apresentamos AS LUAS DE GALILEU GALILEI, tive o prazer de conhecer o dramaturgo e escritor peruano Alberto Mego.
A visceralidade de sua escrita nos faz perceber tratar-se de um expoente da contempor^anea literatura peruana. RECOMENDO VISITEM SEU bLOG:
www.obrasdealbertomego.blogspot.com


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quinta-feira, fevereiro 02, 2012

Heresia de Carmen Fossari (Prefácio)

Heresia de Carmen Fossari (Prefácio)











As palavras constroem-se poema, de fina alma, alvas de sentido, intensas por tanto passado, de esperanças, de tanto desejar a poeta, renascer.
O sonho colore constantemente todas as esquinas dos versos e o amor vibra ao ritmo das frases, e a poesia flui como um rio, descomprometido com as margens…
Há um céu, nesta escrita, com nuvens, mesclado por chuvas, desarrumado por ventos, intransponível à contemplação pelo nevoeiro das dúvidas, iluminado por sóis, prateado de luas, fragmentado por ínfimas partículas cósmicas, com pássaros e anjos…, que só como a poeta, Deus o (re)criou, assim.
Há uma Terra fecunda, com muito verde e muito mar, na lembrança intemporal da feliz mensageira, que se cobrindo com as vestes do tempo, navega, apetrechada, com bússolas, astrolábios, cartas, mapas, nos oceanos profundos da humanidade, encarnando, no drama de todos os palcos, o Todo, lutando contra quaisquer Adamastor, nas tempestades dos dias, com palavra afiada, como espada. E a criança, a mulher e a flor habitam-na, e a luz, a manhã, a esperança e o amor nascem-lhe das profundezas, para além dos genes e todos se cruzam nas doces linhas que escreve, com saber, desaguando em tantos depois, nos olhares de quem terá o bom fado de a ler.


Abraços-poema, poeta Carmen!


João Manuel Marques Jacinto
(o menino do Montijo)
Poeta – Lisboa, Portugal

ps:O livro encontra-se na Livraria Livros e Livros -uFSC E CENTRO/FLORIANÓPOLIS E NA SARAIVA ON LINE (ESGOTADO)
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